
Vodka• Belvedere - Polônia • Belvedere Cytrus - Polônia • Belvedere Pomarancza - Polônia • Wiborowa - Polônia • Wiborowa Single State - Polônia • Baltic – Polônia • Zubrowka – Polônia • Danzka – Dinamarca • Skyy – Estados Unidos • Stolichnaya - Rússia • Stolichnaya Elit - Rússia • Moskoviskaya – Rússia • Rodnik – Rússia • Svedka Natural - Suécia • Svedka Citron - Suécia • Svedka Clementine - Suécia • Svedka Vanilla - Suécia • Aboslut - Suécia • Absolut Kurant - Suécia • Absolut Vanilla - Suécia • Absolut Peppar - Suécia • Absolut Apeach - Suécia • Absolut Rub Red - Suécia • Level - Suécia • Smirnoff Black - Inglaterra • Blavod - Inglaterra • Xellent - Suíça • Smirnoff Nacional - Brasil • Finlandia Classic - Finlândia • Finlandia Mango - Finlândia • Finlandia Lime - Finlândia • Finlandia Cranberry - Finlândia • Cîroc - França • Grey Goose Citron - França • Grey Goose L’Orange - França • Grey Goose - França Whiskies• Cutty Sark 8 anos • Black & White 8 anos • J & B 8 anos • White Horse 8 anos • J.W. Red Label 8 anos • Ballantines 12 anos • Logan 12 anos • Chivas Regal 12 anos • J.W. Black Label 12 anos • Buchanan’s 12 anos • Dimple 15 anos • Glenfiddich puro Malte • Jack Daniel’s whiskey de milho • J.W. Blue Label Gin• Bombay • Gordons • Tanqueray Porto e Jerez• Porto Extra Dry White • Porto Tawny Especial • Jerez “Tio Pepe” Martinis• Dry Martini com gin inglês e vermouth noilly prat • Martini Lichee Belvedere, suco de lichee, licor de lichee e vodka • Apple Martini Belvedere, suco de maçã e xarope de maçã • Martini Pomarancza Belvedere pomarancza e noilly prat • Vodka Martini vermouth noilly prat e Belvedere Licores• Amareto Di Sarono • Amarula • Lichee • Chartreuse – Vert • Chartreuse – Jaune • Baileys • Drambuie • Frangelico • Nocello • Lochanora • Cuarenta Y Tres • Tia Maria • Benedctine • Mandarineto • Cointreau – Nacional • Streega – Nacional • Sambuca Molinari • Grand Marnier • Fernet Branca Cognac• Remy Martin V.S.O.P • Hennessy V.S.O.P • Hennessy XO Grappas• Capo di Stato Loredan Gasparini • Bianca “Carpené Malvoti” • Astoria Prosecco - Collezione Le Ninfe • Jacopo Poli Pere • Jacopo Poli Ciliegie | DrinksCom espumante e vinho • Pavarotti espumante e suco de lima-da-Pérsia • Kir Clássico vinho branco e creme de cassis • Kir Royal espumante gelado e creme de cassis • Kir Rouge vinho tinto, cassis, gotas de licor frangélico • Mimosa uma especialidade do Harry’s de Veneza • Puccini suco de tangerina e espumante • Belini suco de pêssego e espumante brut • Ro & Ro com espumante, licor frangelico e suco de abacaxi • Champagne Fraise suco de morangos e espumante brut • Flute de espumante Pol Clément Com destilados • Limeiríssima com vodka Smirnoff e lima-da-Pérsia • Caipiroska • Caipiroska Belvedere • Caipirinha Tradicional com cachaça Montanhesa • Sakepirinha • Carpano “Punt & Mês” servido on the rocks • Negroni carpano, campari, laranja e gin inglês • Margarita com tequila, limão e licor Triple séc • Blood Mary Special com vodka e temperos • Suco de Tomate temperado • Whiskey Sour Jack Daniel’s, suco de limão e açúcar • Mojito long drink com rum, hortelã e club soda • Manhattan Jack Daniel’s, vermouth tinto e angostura • Cocktail de Frutas sem álcool • Cosmopolitan Belvedere, cranberry juice e gotas de limão • Piscinão do Leblon vodka, caju e suco de caju • Old fashion Jack Daniel’s, angostura e club soda • B and B uma combinação de licor Benedictini e Brandy • Rust Nail Licor de whisky e whisky Puro Malt Aguardentes Velhas Portuguesas• Adega Velha • Quinta da Pedreira • Caves Velhas • São Domingos Prestigio Outros• Calvados Pére Magloire • Calvados Reserva V.S.O.P • Poire Willams Bebidas• Água mineral com e sem gás • Coca-cola • Coca-cola light • Guaraná Antarctica • Guaraná Antarctica Diet • Tônica Antarctica • Tônica Antarctica diet • Lipton Limão • Lipton Limão light • Club soda • Água Perrier com gás 330ml • Chopp Itaipava • Chopp Itaipava pequeno • Cerveja Bohemia • Balde com 4 Bohemias • Cerveja Itaipava Pilsen Premium • Balde com 4 Itaipavas Pilsen Premium • Cerveja Petra • Balde com 4 Petras • Cerveja Cerpa • Balde com 4 Cerpas • Limonada Suíça • Suco de laranja • Coquetel de frutas • Café Expresso Danza (feito com água mineral) • Capuccino • Chás variados Cigarros• Kent Blue Futura, Silver Advant & Gold Infina |
CachaçasMinas Gerais • Havana (Salinas) Esta é a legítima. Conseguimos ainda poucos exemplares. É a Anísio Santiago produzida anteriormente. É o mito, é a glória. É quem começou tudo. • Anísio Santiago (Salinas) Antiga Havana. É a cachaça mais cara do Brasil. Outro caso de marketing imbatível. Produção propositalmente pequena. Sem dúvida, é de muito boa qualidade, mas o preço é exagerado. • Bento Velho (Conceição do Mato Dentro) Excepcional cachaça orgânica produzida há pouco mais de 10 anos. É das preferidas dos membros da Confraria da Cachaça do Copo Furado. Tem paladar extremamente apurado e odor notável. Muito suave. • Benvinda (Patos de Minas) Cachaça relativamente recente, com alto padrão de qualidade. Realmente chegou ao mercado para competir. Produzida e engarrafada em Patos de Minas, por Industrial e Comercial F. Pernambuco Ltda. • Bodocó (Betim) É também estandartizada e envelhecida em barris de carvalho por cinco anos. Mantém uma qualidade uniforme e é muito apreciada. • Bodocó 15 Anos (Betim) Esta safra especial da Aguardente Bodocó é um verdadeiro tributo ao tempo e à excelência. Destilada artesanalmente e envelhecida por 15 anos em tonéis de carvalho, a Aguardente de Cana Bodocó brinda seus apreciadores com um sabor inesquecível. • Boralina (Novo Cruzeiro) Cachaça muito saborosa, de cor amarelo-escura, envelhecida em bálsamo, por um ano, no município de Novo Cruzeiro. • Braziliana (Jacuí) Cachaça orgânica produzida com rigorosos cuidados de higiene e acentuados padrões técnicos em todas as suas etapas de execução. Seu paladar é extremamente saboroso e seu aroma extraordinário. Após descansar no jequitibá, é envelhecida em carvalho e em grápia. Brevemente mudará de nome e passará a chamar-se “Velha Jacuí” • Claudionor (Januária) É uma das poucas cachaças estandartizadas que selecionamos e que mantém um padrão de manutenção de qualidade de alto nível. Engarrafada pela Casa Claudionor Carneiro Ltda. • Colombina 5 Anos (Alvinópolis) É elaborada em alambique de cobre e armazenada em seculares barris de jatobá. É cativante, experimente. Como arlequim ou pierrot, chegaremos ao céu. • Colombina 10 Anos (Alvinópolis) É elaborada em alambique de cobre e armazenada em seculares barris de jatobá. É cativante, experimente. Como arlequim ou pierrot, chegaremos ao céu. • Coluninha (Coluna) Esta maravilhosa cachaça é de coluna com “C” maiúsculo, verdadeiramente artesanal, e não de coluna com “c” minúsculo, industrializada. Coluna, município de Minas. É armazenada em carvalho e amburana e envelhecida por 2 anos. • Canarinha (Salinas) Esta é uma terceira cachaça de Salinas, igualmente, de muito boa qualidade. Faz parte das cachaças de preço médio, do município. Difícil encontra-la no Rio. Possui fãs cariocas ardorosos, como o acadêmico e gourmet Raul Hazan. • Dona Beja (Perdizes) Excepcional cachaça produzida na Fazenda Bom Retiro do Indaiá. É armazenada em tonéis de carvalho, mantidos numa temperatura fresca e com pouca iluminação. • Espírito de Minas (São Tiago) Oriunda da Fazenda Santa Luzia, no município de São Tiago e comercializada em São Paulo. Tem tecnicamente, o melhor marketing do mercado e uma vasta linha de produtos. É muito saborosa e envelhecida em carvalho. • Ferreira (Engenho Navarro) Cachaça tradicional envelhecida em tonéis de amburama, por quatro anos. Seu paladar é dos mais nobres. Participa das principais feiras de cachaças do Brasil. • Germana (Nova União) Armazenada em carvalho e bálsamo, levemente amarelada. Paladar suave e agradável. • Gotas de Minas (Ouro Preto) Oriunda de um projeto que mistura a tradição com a mais moderna tecnologia. A produção é recente e o resultado altamente vitorioso. • Isaura Série Ouro (Jequitibá) Produzida no município de Jequitibá, mas envelhecida em carvalho, por um período de três anos. Tem um odor muito agradável e um sabor especial. • Isaura Série Prata (Jequitibá) Versão da cor branca, também com odor agradável e bastante saborosa. Sua graduação alcoólica é de 44°. • Lua Cheia (Salinas) Outra cachaça de Salinas, de muito boa qualidade. Envelhecida em bálsamo, por um período de aproximadamente três anos. Produzida na Fazenda Jacurutu. • Lúcia Veríssimo (Ouro Preto) Terceira cachaça de Ouro Preto. Também é produzida e engarrafada por Maria Aparecida Zurlo, para a atriz e grande incentivadora da cachaça, Lúcia Veríssimo. Tem paladar e odor extremamente agradáveis. • Mariana (Buenópolis) Produzida em Buenópolis, região de excelentes cachaças, na Fazenda com o seu nome. Tem uma graduação alcoólica de 50,8 gl e é muito suave e saborosa. Possui uma excelente aceitação entre os acadêmicos e os confrades do Copo Furado. • Magia de Minas (Guapé) Originária de Guapé. Envelhecida em carvalho e jequitibá, por quatro anos. Tem uma apresentação elegante, cujo conteúdo justifica a magia. Desce magicamente bem. • M. C. da Boa Vista (Barroso) Envelhecida apenas seis meses em jequitibá rosa. Sua produção vem crescendo bastante e o seu padrão de qualidade está sendo mantido. Paladar muito agradável. • Maria da Cruz (Pedra de Maria da Cruz) Produzida na Fazenda do Cantagalo, em Pedra de Maria da Cruz, envelhecida por 2 anos. Armazenada em amburana. Pertence ao Vice-Presidente da República, Sr. José de Alencar. • Milagre de Minas (Ouro Preto) Composta de quinze ervas aromáticas, produzida e engarrafada pela acadêmica (ABC), Maria Aparecida Zurlo. Suave e aromática. • Montanhesa Ouro (Araguari) Produzida na Fazenda Boa Vista, região do Triângulo Mineiro. É um blend de cachaças armazenadas em tonéis de bálsamo e jequitibá rosa em proporções iguais. Passa por um processo de rigorosa seleção, da moagem da cana-de-açúcar, até o engarrafamento, obtendo o Selo de Qualidade da AMPAQ – Associação Mineira dos Produtores de Cachaça de Qualidade. • Montanhesa Prata (Araguari) Também produzida na fazenda Boa Vista. É proveniente de cachaça armazenada em tonéis de jequitibá rosa. Passa por um processo de rigorosa seleção, da moagem da cana-de-açúcar, até o engarrafamento, obtendo o Selo de Qualidade da AMPAQ – Associação Mineira dos Produtores de Cachaça de Qualidade. • Montanhesa Premium (Araguari) Produzida na Fazenda Boa Vista, região do Triângulo Mineiro. Trata-se de uma cachaça de especial qualidade, envelhecida em tonéis de bálsamo. Sua apresentação é muito luxuosa, tendo paladar e aroma bastante apurados. • Monte Alvão (Itatiaiuçu) Versão branca. Trata-se de uma cachaça armazenada por seis meses em tonéis de jequitibá-rosa. Sua graduação alcoólica é 44°. • Rainha das Gerais (Curvelo) O Norte de Minas é famoso pela excepcionalidade de suas cachaças. Do município de Curvelo, é envelhecida em carvalho, por 3 anos. • Santana da Serra Prata (Santana do Deserto) Descansa por um ano em tanques esterilizados e insípidos. É uma declaração de seu produtor, mas funciona. Na qualidade é fora de série e vale a pena ser degustada. • Santana da Serra Ouro (Santana do Deserto) É armazenada em barris de carvalho por pelo menos dois anos. A fazenda que a produz, a “Santa Fé do Veloso” é freqüentemente escolhida pela EMATER para cursos e treinamentos. • Santana da Serra Premium (Santana do Deserto) Envelhece em tonéis de amendoeira, por três anos. Sua primeira safra foi considerada tão boa, que lançada no mercado, em menos de três meses a exportaram para a França. • Vale Verde (Betim) Tradicional, de superior qualidade, envelhecida por três anos em carvalho. Vale a pena experimentar. Foi uma das pioneiras na fabricação de bombons e gelatinas de cachaça. • Vitorina (Fortuna de Minas) Produzida e engarrafada pelo fantástico ex-goleiro mineiro, Vítor, no município de Fortuna de Minas. Vítor agora faz gols em outros campos e só gols de placa, para os afortunados que a consomem. • Boa Vista Século XVIII (Coronel Xavier Chaves) É fabricada pelo mesmo processo há seis gerações pela família de Tiradentes, no alambique mais antigo em continuidade. Portanto, é a cachaça produzida há mais tempo no Brasil, desde a inconfidência. É histórica e irresitível. Espírito Santo • Da Mata Luar 70 (Santa Teresa) Cachaça capixaba de um produtor que considera que somente a cachaça nova é verdadeira. Vale conferir. É redondinha. • Da Mata jequitibá (Santa Teresa) Repousa dezoito meses em madeira neutra Jequitibá, que amacia a cachaça e a transforma, dentro de sua receita, numa maravilhosa opção. É indiscutivelmente fantástica. • Reserva do Gerente Série Ouro (Vila Velha) Classe Capixaba, produzida em Vila Velha, envelhecida em carvalho. • Reserva do Gerente – Série Prata (Vila Velha) Versão nova, de cor branca transparente, com paladar agradável e bastante aroma. • Santa Terezinha – Garrafa Italiana (São Roque de Canaã) Alto requinte. Versão branca. Produzida no Sítio São bento, em São Roque do Canaã (ES). A embalagem é uma obra de arte. Goiás • Alma Gêmea Amburana (Planaltina de Goiás) Envelhecida em tonéis desta madeira também conhecida como Umburana e bastante utilizada pelos produtores mineiros. Tem um sabor muito caractrístico. • Alma Gêmea Platina (Planaltina de Goiás) Cachaça premiada de Goiás, armazenada em aço inoxidável. Seu paladar é inquestionável. Está começando a chegar ao Rio de Janeiro. • Alma Gêmea Carvalho (Planaltina de Goiás) Através dela, Goiás demonstra que sabe fazer cachaça e muito bem. Em qualquer lugar que ela chegue é recebida de braços abertos. Seu produtor é um coronel, e todo mundo escreve para ele parabenizando-a. • Cachaça Silver (Orizona) É uma cachaça nova, sem envelhecimento, de muito boa qualidade. Goiás é o quinto maior produtor nacional. Têm aproximadamente 450 produtores. Paraíba • Rainha (Bananeira) Tradicional cachaça do Nordeste, não adoçada. Era a preferida do Albino Pinheiro. • Volúpia (Alagoa Grande) É produzida e engarrafada pela Agro-Industrial Lagoa Verde. É amaciada em barris de freijó. Tem paladar forte com sabor marcante e personalizado. É conhecida nacionalmente, no momento, como a melhor cachaça da Paraíba. Pernambuco • Capim Santo (Gravatá) Originária de Pernambuco, do município de Gravatá. É branca, nova e bastante adoçada. • Pitú (Vitória de Santo Antão) Única cachaça industrial desse cardápio. Foi escolhida por sua tradição. Inclusive, é exportada a granel, em grande quantidade para a Alemanha e engarrafada lá. Rio de Janeiro • Corisco Azulada (Parati) Destilada com folhas de tangerina, que origina a cor e provoca um gosto incomparável. • Corisco Branca (Parati) Considerada a melhor cachaça de Paraty, pela Academia Brasileira da Cachaça. Sabor maravilhoso. • Maré Alta (Parati) Armazenada em tonéis de amendoim, em Paraty, com produção rigorosamente controlada. Pertence ao Príncipe D. João de Orleans e Bragança. • Maxicana (Rio de Janeiro) Única cachaça de alambique, de qualidade, produzida e comercializada no município do Rio de Janeiro, em Barra de Guaratiba. • Magnífica - rótulo claro (Vassouras) Suavemente amarelada, armazenada em tonéis de ipê. Odor extasiante. Gosto forte, cheio de personalidade. Ideal para caipirinhas. Originária da Fazenda do Anil, em Miguel Pereira, divisa com Vassouras. • Magnífica – rótulo preto (Vassouras) Envelhecida em barris de carvalho. Macia e extremamente saborosa. O cheirinho é encantador. Gelada é um charme. Originária da Fazenda do Anil, em Miguel Pereira, divisa com Vassouras. • Magnífica Soleira (Vassouras) É extra-premium, envelhecida três anos pelo exclusivo sistema “soleira”, passando por cento e vinte barris de carvalho, absorvendo sabor e aroma especiais. É a primeira no gênero no Brasil. Tem tiragem limitada. • Nêga Fulô (Friburgo) Estandartizada (canas de várias procedências), foi a primeira cachaça Fluminense de qualidade, a constar nos cardápios dos principais bares e restaurantes brasileiros e também a ser exportada. Lançou uma embalagem histórica, em terracota. Atualmente, ela é bi-destilada. • Rochinha (Barra Mansa) Versão envelhecida em cerejeira por cinco anos. Cachaça produzida desde 1902 pela mesma família, obedecendo a um idêntico padrão de qualidade. • Velha Província – Branca (Sumidouro) Cachaça de excelente qualidade produzida pela Agro-Industrial da Província Serrana Ltda., mantida descansada em aço inoxidável, com paladar bastante acentuado e aroma convidativo. • Velha Província – Envelhecida (Sumidouro) Versão envelhecida em carvalho de uma cachaça que mantém proporcionalmente, suas características de qualidade e prova que o Estado do Rio de Janeiro sabe fazer cachaças muito bem. Santa Catarina • Armazém Vieira (Florianópolis) Santa Catarina têm cachaças maravilhosas. Esta, sem dúvida, é uma das melhores delas e das mais tradicionais. Envelhecida, paladar notável, produzida no Porto Nossa Senhora do Desterro, em Luis Alves. São Paulo • Engenho da Vertente (Santo Antônio do Jardim) Indiscutivelmente é a melhor cachaça de alambique de São Paulo. Sua produção é relativamente nova e feita com muito esmero e cuidados especiais. É envelhecida em tonéis de carvalho. • Minuca Jequitibá Rosa/Carvalho/Peroba do Campo (Bananal) São 3 versões de excepcionais cachaças lançadas no mercado relativamente há pouco tempo. São produzidas por Engels Maciel, um dos maiores conhecedores de cachaça no Brasil, autor dos livros: “ Cachaça artezanal do alambique à mesa” e “Caipirinha – O drinque popular brasileiro”. Vale a pena provar ambas e comprar ambos. • Sapucaia Florida (Pindamonhangaba) Produzida desde 1933, na Serra da Mantiqueira, com acompanhamento permanente e manutenção dos alambiques e dos tonéis de madeira. • Uma (Torrinha) Produção controlada. É bi-destilada, tem sabor muito suave, cor amarelada e é envelhecida em carvalho. Sergipe • Velho Antônio (Atalaia Nova) Produzida em Atalaia Nova, pela Casa Lavrada. É envelhecida em carvalho. Tem uma embalagem de juta muito interessante, valendo a pena observar a ilustração do rótulo. Bahia • Abaíra (Abaíra) Ela é estandardizada e produzida por uma Associação de Produtos da Chapada Diamantina, com cachaças da própria Abaíra, de Jussiape, Mucugê e Piatá. O resultado da mistura é fantástico, a qualidade é mantida e podemos afirmar com segurança, que atualmente, é a melhor da Bahia. Rio Grande do Sul • Casa Bucco (Bento Gonçalves) Tradicional cachaça gaúcha produzida desde 1925, envelhecida em tonéis de carvalho e bálsamo. Recentemente, tirou o primeiro lugar na exposição promovida pelo Grand Hotel Hyatt, em São Paulo, vencendo também a degustação organizada por Sérgio Arno, para a revista Audi Magazine. Mato Grosso do Sul • Carandá (Campo Grande) Descansa em jequitibá – rosa e envelhece em bálsamo pelo período de dois anos. Não contém corantes nem aditivos. É a nossa representante do Pantanal. Paraná • Porto Morretes Branca (Morretes) Produto orgânico produzido numa região tradicional de cachaça. Une a eficiência dos antigos engenhos à moderna tecnologia de produção. Utilizada para caipirinha é ótima, pura, nem se fala. • Porto Morretes Envelhecida (Morretes) Permanece pelo menos dois anos em barris de carvalho. Procura o prefeito equilíbrio entre a oxigenação da bebida e a transferência das qualidades da madeira. Rio Grande do Norte • Gota Serena (Parnamirim) Este estado do nordeste está voltando a produzir excelentes cachaças de alambique. Esta Gota Serena, descansada em jequitibá por seis meses comprova nossa tese. Serenidade em gotas é uma grande dica. Licor de CachaçaMinas Gerais • Izaura (Jequitibá) Delicioso e finíssimo licor de flor de cana-de-açúcar, produzido na Fazenda dos Poções. Tem um paladar extremamente suave. Todos os amantes de licor, certamente vão admirá-lo, independentemente de gostarem de cachaça. |